Eu viajei no espaço antes de te conhecer,
vaguei pelos mundos e submundos
mergulhei no tempo e
voltei para te encontrar.
Estava perdida e teu amor me salvou.
Foi um sopro para que eu voltasse a respirar
Um farol para guiar meus passos no caminho escuro.
Foi o calor dos teus lábios tocando os meus
que me trouxe de volta a vida.
(...) e como quisera eu, sussurrar algumas palavras, para desatar o nó da garganta, para desaguar o rio que corre dentro de mim. Como para gritar ao mundo algumas palavras, dizer: EU ESTOU AQUI!
sábado, 19 de junho de 2010
sexta-feira, 18 de junho de 2010
Quando eu era mais nova, tinha o sonho de ser bailarina,
fechava os olhos e me imaginava nas pontas dos pés,
rodopiando pelos salões, palcos e afins.
Eu sonhava com aquelas roupas lindas,
todas rosinhas... sonho de criança mesmo.
Cresci, as pernas cresceram também, aliás, cresceram demais
eu cresci tanto, que não cabia mais dentro de mim.
Troquei o sonho da sapatilha, pela caneta na mão
Troquei a leveza dos Demi-pliés e arabesques
pelas palavras.
Sou feliz assim, o sonho não ficou para trás
de alguma forma, eu ainda danço
por entre as linhas,através das palavras,
Nessa ciranda que é minha vida!
quinta-feira, 17 de junho de 2010
Eu penso em escrever um livro, algo que deixe gravado no tempo a minha história e a história de tantas outras pessoas, não seria um best seller, não seria um livro com várias edições.
Acho que seria um livro para meus amigos, algo que eles pudessem ler e me reconhecer nas páginas, assim, fechando os olhos, que meus poemas me descrevessem, e realmente descrevem.
Eu imagino o rosto, a feição de cada um deles, com o livro nas mãos, e Deus queira saboreando, cada palavra, cada frase, um minutinho de paz, um afago, um carinho na alma.
É tão bom se reconhecer em alguma coisa, numa música, numa foto, em um poema.
O que escrevo, conta a minha história e a história de gente que ama, que sente saudade, que espera, cansa de esperar, e espera de novo. Fala de gente que sofre por gente, que sofre com gente. Mas fala acima de qualquer coisa DE GENTE. Do amor, da paixão, e da falta de amor e de compaixão. Fala do tempo, que dizem acalma, cura, e põe tudo no lugar, mas que às vezes faz tudo ao contrário.
Por enquanto, fico feliz em saber, que algumas pessoas, através deste instrumento da tecnologia ( com a qual não me dou tão bem assim) possam acompanhar tudo isso, todo esse turbilhão de sentimentos, tão comuns a nós pobres mortais, e compartilhar comigo das minhas angustias, tormentos, da felicidade que eu sinto em amar alguém, mesmo que este alguém esteja tão longe. espero que entendam meus altos e baixos, e que se deliciem com tudo isso. Obrigada aos meus leitores assíduos ou não, volte sempre você que está visitando esse blog pela primeira vez, e volte sempre você que vem aqui sempre. E você, que inspira a maior parte desses poemas, leia-os sempre também, eles dizem o que eu...não posso dizer.
Acho que seria um livro para meus amigos, algo que eles pudessem ler e me reconhecer nas páginas, assim, fechando os olhos, que meus poemas me descrevessem, e realmente descrevem.
Eu imagino o rosto, a feição de cada um deles, com o livro nas mãos, e Deus queira saboreando, cada palavra, cada frase, um minutinho de paz, um afago, um carinho na alma.
É tão bom se reconhecer em alguma coisa, numa música, numa foto, em um poema.
O que escrevo, conta a minha história e a história de gente que ama, que sente saudade, que espera, cansa de esperar, e espera de novo. Fala de gente que sofre por gente, que sofre com gente. Mas fala acima de qualquer coisa DE GENTE. Do amor, da paixão, e da falta de amor e de compaixão. Fala do tempo, que dizem acalma, cura, e põe tudo no lugar, mas que às vezes faz tudo ao contrário.
Por enquanto, fico feliz em saber, que algumas pessoas, através deste instrumento da tecnologia ( com a qual não me dou tão bem assim) possam acompanhar tudo isso, todo esse turbilhão de sentimentos, tão comuns a nós pobres mortais, e compartilhar comigo das minhas angustias, tormentos, da felicidade que eu sinto em amar alguém, mesmo que este alguém esteja tão longe. espero que entendam meus altos e baixos, e que se deliciem com tudo isso. Obrigada aos meus leitores assíduos ou não, volte sempre você que está visitando esse blog pela primeira vez, e volte sempre você que vem aqui sempre. E você, que inspira a maior parte desses poemas, leia-os sempre também, eles dizem o que eu...não posso dizer.
quarta-feira, 16 de junho de 2010
Então as noites ficaram cada vez mais longas,
e a espera interminável.
Eu realmente esperava que ele voltasse.
Às vezes eu sonho com sua volta,
no sonho tudo é colorido,
um calor gostoso toma conta da atmosfera,
há flores espalhadas por todos os cantos,
e o abraço faz parar o tempo.
É aquele abraço de urso,
do qual eu sinto saudade
aquele abraço que contém o mundo.
No sonho, e somente no sonho,
tudo é doce, o beijo, a saudade e as palavras
Trocamos juras de amor, e...
Toca o despertador 06:30, hora de acordar!
domingo, 6 de junho de 2010
Eu tranco a porta
pra todas as mentiras
E a verdade também, está lá fora
Agora, a porta está trancada
A porta fechada
me lembra você toda hora
A hora me lembra o tempo que se perdeu
Perder é não ter a bússola
É não ter aquilo que era seu
E o que você quer?
Orientação?
Eu tranco a porta pra todos os gritos
E o silêncio também está lá fora
Agora a porta está trancada
Eu pulo as janelas
Será que eu tô trancado aqui dentro?
Será que você tá trancado lá fora?
Será que eu ainda te desoriento?
Será que as perguntas são certas?
Então eu me tranco em você
E deixo as portas abertas...
( Trancado- Ana Carolina)
pra todas as mentiras
E a verdade também, está lá fora
Agora, a porta está trancada
A porta fechada
me lembra você toda hora
A hora me lembra o tempo que se perdeu
Perder é não ter a bússola
É não ter aquilo que era seu
E o que você quer?
Orientação?
Eu tranco a porta pra todos os gritos
E o silêncio também está lá fora
Agora a porta está trancada
Eu pulo as janelas
Será que eu tô trancado aqui dentro?
Será que você tá trancado lá fora?
Será que eu ainda te desoriento?
Será que as perguntas são certas?
Então eu me tranco em você
E deixo as portas abertas...
( Trancado- Ana Carolina)
quinta-feira, 3 de junho de 2010
Eu estudei minuciosamente meu amor por você.
Assim como alguém que planeja um crime perfeito,
articulei as portas, janelas, por onde entrar e como sair.
Foram dias e dias planejando como eu faria
para matar meu amor.
Algo que não desse qualquer chance de reação
algo que imobilizasse e matasse instantâneamente.
Para acabar de vez com toda essa historia.
Plano acabado, dia marcado
E lá fui eu.
Matei meu amor por ti...
Puxei pela raiz, não irá renascer, plantei no lugar dele um Salgueiro Chorão,
e troquei os pedaços que sobraram no mercado negro, a troco de nada.
Assim como alguém que planeja um crime perfeito,
articulei as portas, janelas, por onde entrar e como sair.
Foram dias e dias planejando como eu faria
para matar meu amor.
Algo que não desse qualquer chance de reação
algo que imobilizasse e matasse instantâneamente.
Para acabar de vez com toda essa historia.
Plano acabado, dia marcado
E lá fui eu.
Matei meu amor por ti...
Puxei pela raiz, não irá renascer, plantei no lugar dele um Salgueiro Chorão,
e troquei os pedaços que sobraram no mercado negro, a troco de nada.
domingo, 30 de maio de 2010
Eu sei, que você irá ler essas linhas
então te digo, estou com saudades.
Essas sentimentalidades me parecem tão bobas às vezes,
mas eu sinto mesmo, e daí?
Eu sinto saudades de você
mesmo sabendo que acabou,
mesmo sabendo que existe sim um mundo que separa a gente.
E a saudade que eu sinto, já se tornou companheira
amiga de balada e bebedeira.
Nós conversamos, eu e a saudade,
nos juntamos pra falar mal de você
às vezes bem também.
Nós nos entendemos
e já fizemos até um trato,
ela não vai embora, e eu não a abandono.
então te digo, estou com saudades.
Essas sentimentalidades me parecem tão bobas às vezes,
mas eu sinto mesmo, e daí?
Eu sinto saudades de você
mesmo sabendo que acabou,
mesmo sabendo que existe sim um mundo que separa a gente.
E a saudade que eu sinto, já se tornou companheira
amiga de balada e bebedeira.
Nós conversamos, eu e a saudade,
nos juntamos pra falar mal de você
às vezes bem também.
Nós nos entendemos
e já fizemos até um trato,
ela não vai embora, e eu não a abandono.
sábado, 22 de maio de 2010
A bailarina, baila pela vida
vivendo nas pontas dos pés
Tropeça aqui e acolá
nas pedrinhas
e continua na ciranda
cantada pelos outros.
Com as pontas dos pés
vai desenhando
pelo caminho
colhendo flores
se espetando nos espinhos
com a leveza de uma borboleta.
Rodopiando, girando e girando
até ficar tonta
até se entorpecer no giro louco,
na loucura da vida.
vivendo nas pontas dos pés
Tropeça aqui e acolá
nas pedrinhas
e continua na ciranda
cantada pelos outros.
Com as pontas dos pés
vai desenhando
pelo caminho
colhendo flores
se espetando nos espinhos
com a leveza de uma borboleta.
Rodopiando, girando e girando
até ficar tonta
até se entorpecer no giro louco,
na loucura da vida.
Os dias são sempre iguais,
amanheço e adormeço
pensando em ti.
Saudades...
Um pouco de raiva,
Dúvidas, dívidas...
As horas passando,
O relógio vira inimigo,
e as horas transformam-se em dias
os dias em meses...
daqui a pouco um ano.
Eu sentada na soleira do porta
vendo a vida passar,
vendo você passar
e tudo acabar
assim na poeira do vento.
amanheço e adormeço
pensando em ti.
Saudades...
Um pouco de raiva,
Dúvidas, dívidas...
As horas passando,
O relógio vira inimigo,
e as horas transformam-se em dias
os dias em meses...
daqui a pouco um ano.
Eu sentada na soleira do porta
vendo a vida passar,
vendo você passar
e tudo acabar
assim na poeira do vento.
Pés descalços, cansados da longa caminhada
apoiados no chão, que parece não cumprir seu papel
de lugar seguro para pisar.
Sentados um ao lado do outro
mais distantes do que nunca
Ela questiona,
ele cala.
Ela indaga novamente
ele acena algo com a cabeça.
Ela se irrita com o silêncio dele
que corta, fere a carne como navalha.
Grita, gesticula, levanta e senta novamente.
Ele continua calado, olhar distante.
Ela então chora, chora um choro assim baixinho,
quase um sussurro.
Ele levanta, olha para a porta
Ela pede que ele não vá
Senta novamente,
eles se abraçam
uma abraço forte, o último.
E dizem quase que juntos:
- Então, acabou?
E eu te pergunto...
E então? Acabou?
apoiados no chão, que parece não cumprir seu papel
de lugar seguro para pisar.
Sentados um ao lado do outro
mais distantes do que nunca
Ela questiona,
ele cala.
Ela indaga novamente
ele acena algo com a cabeça.
Ela se irrita com o silêncio dele
que corta, fere a carne como navalha.
Grita, gesticula, levanta e senta novamente.
Ele continua calado, olhar distante.
Ela então chora, chora um choro assim baixinho,
quase um sussurro.
Ele levanta, olha para a porta
Ela pede que ele não vá
Senta novamente,
eles se abraçam
uma abraço forte, o último.
E dizem quase que juntos:
- Então, acabou?
E eu te pergunto...
E então? Acabou?
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