Eu não te prometi nada.
Não te prometi o mundo, nem rosa nem preto.
Não prometi céus estrelados, nem dias de muito calor.
Não pedi que seguisse meu caminho, nem que não seguisses o seu.
Não prometi tirar as pedras para que você caminhasse.
Eu não te prendi a mim.
Não amarrotei seus sonhos,
Não pisoteei seu coração.
Não me olhe como quem julga,
Não tenha raiva de mim, porque na verdade... eu não te prometi nada.
(...) e como quisera eu, sussurrar algumas palavras, para desatar o nó da garganta, para desaguar o rio que corre dentro de mim. Como para gritar ao mundo algumas palavras, dizer: EU ESTOU AQUI!
terça-feira, 23 de novembro de 2010
quinta-feira, 16 de setembro de 2010
Eu te peço que me ame...
Peço-te que me ame de corpo e alma,
me ame quando eu menos merecer,
quando eu ficar chata pela TPM
quando minha saúde não estiver perfeita,
me ame quando meus cabelos estiverem assim meio bagunçados.
Te peço que me aceite, mesmo quando eu não parecer aquela mulher linda por quem você se apaixonou.
Quando a maquiagem estiver borrada, e quando eu chorar sem motivo.
Me ame quando eu fizer perguntas e piadas cretinas e sem muita graça.
Apaixone-se por mim a cada dia, e no dia-a-dia.
Peço-te que fique ao meu lado, e durma segurando minha mão bem firme.
Peço-te que tenha paciência com meus erros, e com alguns acertos também.
Em troca te dou meu amor, compreensão e todo o carinho que eu for capaz de oferecer,
pra sempre ( no espaço eterno que dure de hoje pra amanhã ou toda vida.).
"Me ame quando eu menos merecer, pois é quando eu mais irei precisar do seu amor"
Peço-te que me ame de corpo e alma,
me ame quando eu menos merecer,
quando eu ficar chata pela TPM
quando minha saúde não estiver perfeita,
me ame quando meus cabelos estiverem assim meio bagunçados.
Te peço que me aceite, mesmo quando eu não parecer aquela mulher linda por quem você se apaixonou.
Quando a maquiagem estiver borrada, e quando eu chorar sem motivo.
Me ame quando eu fizer perguntas e piadas cretinas e sem muita graça.
Apaixone-se por mim a cada dia, e no dia-a-dia.
Peço-te que fique ao meu lado, e durma segurando minha mão bem firme.
Peço-te que tenha paciência com meus erros, e com alguns acertos também.
Em troca te dou meu amor, compreensão e todo o carinho que eu for capaz de oferecer,
pra sempre ( no espaço eterno que dure de hoje pra amanhã ou toda vida.).
"Me ame quando eu menos merecer, pois é quando eu mais irei precisar do seu amor"
domingo, 15 de agosto de 2010
Rifa-se um coração
Rifa-se um coração quase novo.
Um coração idealista.
Um coração como poucos.
Um coração à moda antiga.
Um coração moleque que insiste
em pregar peças no seu usuário.
Rifa-se um coração que na realidade está um
pouco usado, meio calejado, muito machucado
e que teima em alimentar sonhos e, cultivar ilusões.
Um pouco inconseqüente que nunca desiste
de acreditar nas pessoas.
Um leviano e precipitado coração
que acha que Tim Maia
estava certo quando escreveu...
"...não quero dinheiro, eu quero amor sincero,
é isso que eu espero...".
Um idealista...Um verdadeiro sonhador...
Rifa-se um coração que nunca aprende.
Que não endurece, e mantém sempre viva a
esperança de ser feliz, sendo simples e natural.
Um coração insensato que comanda o racional
sendo louco o suficiente para se apaixonar.
Um furioso suicida que vive procurando
relações e emoções verdadeiras.
Rifa-se um coração que insiste em cometer
sempre os mesmos erros.
Esse coração que erra, briga, se expõe.
Perde o juízo por completo em nome
de causas e paixões.
Sai do sério e, às vezes revê suas posições
arrependido de palavras e gestos.
Este coração tantas vezes incompreendido.
Tantas vezes provocado.
Tantas vezes impulsivo.
Rifa-se este desequilibrado emocional
que abre sorrisos tão largos que quase dá
pra engolir as orelhas, mas que
também arranca lágrimas
e faz murchar o rosto.
Um coração para ser alugado,
ou mesmo utilizado
por quem gosta de emoções fortes.
Um órgão abestado indicado apenas para
quem quer viver intensamente
contra indicado para os que apenas pretendem
passar pela vida matando o tempo,
defendendo-se das emoções.
Rifa-se um coração tão inocente
que se mostra sem armaduras
e deixa louco o seu usuário.
Um coração que quando parar de bater
ouvirá o seu usuário dizer
para São Pedro na hora da prestação de contas:
"O Senhor pode conferir. Eu fiz tudo certo,
só errei quando coloquei sentimento.
Só fiz bobagens e me dei mal
quando ouvi este louco coração de criança
que insiste em não endurecer e,
se recusa a envelhecer"
Rifa-se um coração, ou mesmo troca-se por
outro que tenha um pouco mais de juízo.
Um órgão mais fiel ao seu usuário.
Um amigo do peito que não maltrate
tanto o ser que o abriga.
Um coração que não seja tão inconseqüente.
Rifa-se um coração cego, surdo e mudo,
mas que incomoda um bocado.
Um verdadeiro caçador de aventuras que ainda
não foi adotado, provavelmente, por se recusar
a cultivar ares selvagens ou racionais,
por não querer perder o estilo.
Oferece-se um coração vadio,
sem raça, sem pedigree.
Um simples coração humano.
Um impulsivo membro de comportamento
até meio ultrapassado.
Um modelo cheio de defeitos que,
mesmo estando fora do mercado,
faz questão de não se modernizar,
mas vez por outra,
constrange o corpo que o domina.
Um velho coração que convence
seu usuário a publicar seus segredos
e a ter a petulância de se aventurar como poeta
( Clarisse Lispector)
Rifa-se um coração quase novo.
Um coração idealista.
Um coração como poucos.
Um coração à moda antiga.
Um coração moleque que insiste
em pregar peças no seu usuário.
Rifa-se um coração que na realidade está um
pouco usado, meio calejado, muito machucado
e que teima em alimentar sonhos e, cultivar ilusões.
Um pouco inconseqüente que nunca desiste
de acreditar nas pessoas.
Um leviano e precipitado coração
que acha que Tim Maia
estava certo quando escreveu...
"...não quero dinheiro, eu quero amor sincero,
é isso que eu espero...".
Um idealista...Um verdadeiro sonhador...
Rifa-se um coração que nunca aprende.
Que não endurece, e mantém sempre viva a
esperança de ser feliz, sendo simples e natural.
Um coração insensato que comanda o racional
sendo louco o suficiente para se apaixonar.
Um furioso suicida que vive procurando
relações e emoções verdadeiras.
Rifa-se um coração que insiste em cometer
sempre os mesmos erros.
Esse coração que erra, briga, se expõe.
Perde o juízo por completo em nome
de causas e paixões.
Sai do sério e, às vezes revê suas posições
arrependido de palavras e gestos.
Este coração tantas vezes incompreendido.
Tantas vezes provocado.
Tantas vezes impulsivo.
Rifa-se este desequilibrado emocional
que abre sorrisos tão largos que quase dá
pra engolir as orelhas, mas que
também arranca lágrimas
e faz murchar o rosto.
Um coração para ser alugado,
ou mesmo utilizado
por quem gosta de emoções fortes.
Um órgão abestado indicado apenas para
quem quer viver intensamente
contra indicado para os que apenas pretendem
passar pela vida matando o tempo,
defendendo-se das emoções.
Rifa-se um coração tão inocente
que se mostra sem armaduras
e deixa louco o seu usuário.
Um coração que quando parar de bater
ouvirá o seu usuário dizer
para São Pedro na hora da prestação de contas:
"O Senhor pode conferir. Eu fiz tudo certo,
só errei quando coloquei sentimento.
Só fiz bobagens e me dei mal
quando ouvi este louco coração de criança
que insiste em não endurecer e,
se recusa a envelhecer"
Rifa-se um coração, ou mesmo troca-se por
outro que tenha um pouco mais de juízo.
Um órgão mais fiel ao seu usuário.
Um amigo do peito que não maltrate
tanto o ser que o abriga.
Um coração que não seja tão inconseqüente.
Rifa-se um coração cego, surdo e mudo,
mas que incomoda um bocado.
Um verdadeiro caçador de aventuras que ainda
não foi adotado, provavelmente, por se recusar
a cultivar ares selvagens ou racionais,
por não querer perder o estilo.
Oferece-se um coração vadio,
sem raça, sem pedigree.
Um simples coração humano.
Um impulsivo membro de comportamento
até meio ultrapassado.
Um modelo cheio de defeitos que,
mesmo estando fora do mercado,
faz questão de não se modernizar,
mas vez por outra,
constrange o corpo que o domina.
Um velho coração que convence
seu usuário a publicar seus segredos
e a ter a petulância de se aventurar como poeta
( Clarisse Lispector)
quinta-feira, 12 de agosto de 2010
domingo, 8 de agosto de 2010
quarta-feira, 4 de agosto de 2010
sexta-feira, 30 de julho de 2010
O
O que há dentro do meu coração
Eu tenho guardado pra te dar
E todas as horas que o tempo
Tem pra me conceder
São tuas até morrer
Eu tenho guardado pra te dar
E todas as horas que o tempo
Tem pra me conceder
São tuas até morrer
E a tua história, eu não sei
Mas me diga só o que for bom
Um amor tão puro que ainda nem sabe
A força que tem
é teu e de mais ninguém
Mas me diga só o que for bom
Um amor tão puro que ainda nem sabe
A força que tem
é teu e de mais ninguém
Te adoro em tudo, tudo, tudo
Quero mais que tudo, tudo, tudo
Te amar sem limites
Viver uma grande história
Quero mais que tudo, tudo, tudo
Te amar sem limites
Viver uma grande história
Aqui ou noutro lugar
Que pode ser feio ou bonito
Se nós estivermos juntos
Haverá um céu azul
Que pode ser feio ou bonito
Se nós estivermos juntos
Haverá um céu azul
Um amor puro
Não sabe a força que tem
Meu amor eu juro
Ser teu e de mais ninguém
Um amor puro
Não sabe a força que tem
Meu amor eu juro
Ser teu e de mais ninguém
Um amor puro
sexta-feira, 16 de julho de 2010
Eu escrevo pra dizer o que às vezes eu não digo.
Figura Quixotesca, faço piada de tudo,
até mesmo do que eu sinto.
Quando se trata de amor, não faço nada direito,
e por mais que eu diga que Eu Te Amo,
ainda parece que faço graça.
Me comparo ao palhaço, que pinta o rosto
para que os outros não vejam suas lágrimas,
e que faz da sua dor sua graça.
Ei, Psiu.... Eu Amo Você...
e isso não tem graça nenhuma,
ou tem a graça toda.
Tem a graça dos teus beijos
do seu sorriso,
tem a graça da felicidade de estar ao teu lado...
Figura Quixotesca, faço piada de tudo,
até mesmo do que eu sinto.
Quando se trata de amor, não faço nada direito,
e por mais que eu diga que Eu Te Amo,
ainda parece que faço graça.
Me comparo ao palhaço, que pinta o rosto
para que os outros não vejam suas lágrimas,
e que faz da sua dor sua graça.
Ei, Psiu.... Eu Amo Você...
e isso não tem graça nenhuma,
ou tem a graça toda.
Tem a graça dos teus beijos
do seu sorriso,
tem a graça da felicidade de estar ao teu lado...
terça-feira, 13 de julho de 2010
sábado, 10 de julho de 2010
Não vejo forma de voar de pés no chão,
se você se agarra ao solo,
acaba perdendo o prazer e a satisfação de voar,
de sentir o vento no rosto...a emoção de chagar ao solo
às vezes são e a salvo, às vezes nem tanto.
Se não houver luta, não terão cicatrizes
e nem história pra contar, nem dores pra chorar, nem piadas pra rir.
Eu não me arrependo de nada não...
eu vivo assim perigosamente mesmo,
eu ando pelo fio da navalha, e se cortar
tem mertiolate e band-aid por ai de sobra.
se você se agarra ao solo,
acaba perdendo o prazer e a satisfação de voar,
de sentir o vento no rosto...a emoção de chagar ao solo
às vezes são e a salvo, às vezes nem tanto.
Se não houver luta, não terão cicatrizes
e nem história pra contar, nem dores pra chorar, nem piadas pra rir.
Eu não me arrependo de nada não...
eu vivo assim perigosamente mesmo,
eu ando pelo fio da navalha, e se cortar
tem mertiolate e band-aid por ai de sobra.
terça-feira, 22 de junho de 2010
Era uma manhã como outra qualquer, não, não era, apenas parecia ser.
Naquela manhã do dia 06/04/2002 tudo mudaria. e realmente mudou.
Acordei com um telefonema, alguém me avisando que ele não estava mais entre nós. Atordoada, o chão se abriu e por muito tempo assim eu fiquei. Demorou muito pra que eu conseguisse entender o que aconteceu, como aconteceu e me resignar.
Sim resignar, porque aceitar, acho que nunca.
Minha vida nunca mais foi a mesma, e com ele acho que enterrei uma parte dos meus sonhos de adolescente, um pouquinho do amor inocente de criança. Enterrei o sorriso gostoso de que ele tanto falava, o sorriso dos dentes todos.
Rodrigo era um ser especial. Uma pessoa incrível, de um coração enorme, de um carisma raro. Era uma eterna criança, cheio de vida, e se eu fosse dizer todas as qualidades que eu via nele, ficaria aqui, horas e horas e mesmo assim as palavras faltariam. Ele era ÚNICO.
Foi minha primeira paixão, meu primeiro namoradinho, foi com ele que aprendi o que são "borboletas no estômago". Foi meu amigo, confidente, irmão, conselheiro e mais foi com ele que eu aprendi que dinheiro, classe social, diferenças intelectuais, nada disso é capaz de afastar duas pessoas que realmente se amam.
Falar dele ainda não é fácil, dói como se tivesse acontecido hoje. Dói de uma forma que não sei explicar. A saudade, a tristeza e a indignação são as mesmas de 8 anos atrás.
Como toda pessoa intensa, ele quis sentir tudo intensamente. Conheceu um caminho sem volta, se envolveu com gente má, e foi essa gente que o levou de nós.
Apesar de saber que foi ele quem escolheu o caminho que iria seguir, ainda penso que as coisas poderiam ter sido diferentes. Naquela época, pouco se falava sobre o assunto, tudo era muito novo, e ninguém sabia ao certo o que fazer pra ajudar. Ainda acho que eu poderia ter feito algo pra mudar o desfecho desta historia, mas prefiro pensar que foi melhor assim.
Ele sabia que eu o amava, sabia que daria sim, sem exagero nenhum, a minha vida por ele. Resolveu se afastar, dizia aos amigos mais próximos para cuidar de mim e nunca deixarem que eu fosse atrás dele. E assim foi, discutimos alguns meses antes dele morrer, propositalmente, para que eu estivesse longe dele, para que eu não fizesse nenhuma besteira. Sinto sua falta, sinto falta de nossas conversas, da sua risada, sinto falta do abraço gostoso que ele me dava, dele puxando meu cabelo, me irritando, me chamando de Magrela. Sinto falta do olhar que dizia tudo. Ele dizia que para morrer bastava estar vivo, dizia que tudo era uma questão de sorte. Ele não teve a tal sorte. A droga destruiu não só a vida de um menino de 17 anos, levou um pouco da minha também. Mudou a vida dos amigos, da família. Levou um pouco da minha alegria, e por algum tempo levou minha fé. Muitas vezes eu pensei que Deus tinha se esquecido de mim, pensei se ele me ama, como pode deixar acontecer isso com uma pessoa que eu amo tanto? Hoje eu entendo, Deus precisava de um anjinho torto por lá. Escolheu ele. Tenho medo, do esquecimento que o tempo impõe a minha memória, já é difícil lembrar da sua voz, do rosto... Mas nunca irei me esquecer que ele existiu.
Rodrigo faria ontem 25 anos, e dedico à ele esse texto. Espero que onde ele esteja, ele possa me ver, possa saber que eu sinto muito sua falta mas que tenho certeza de que a gente ainda vai se encontrar, quero que ele saiba que eu sei, que ele está presente sempre, sei que ele me protege nas horas em que o vazio que ele deixou aperta tanto que eu acho que meu coração vai parar. Sei que é ele que está aqui, ao meu lado, segurando minha mão, me ajudando a continuar na caminhada. São pequenos detalhes que eu não saberia descrever, tentaria dizer que era um amor que não cabia no peito, transbordava, trazia brilho aos olhos, dizer que foi lindo o que vivi com ele, e que ele estará sempre, sempre em meus sonhos, em tudo que eu viver de bom e de ruim, pois ele é parte de mim. Um amor sem limites, eu vivo por ele também.
Baixinho... amo-te além da vida.
"Cada pessoa que passa em nossa vida, passa sozinha,é porque cada pessoa é única e nenhuma substitui a outra.
Cada pessoa que passa em nossa vida passa sozinha, e não nos deixa só,
porque deixa um pouco de si e leva um pouquinho de nós.
Essa é a mais bela responsabilidade da vida e a prova
de que as pessoas não se encontram por acaso."
sábado, 19 de junho de 2010
Meus passos andam perdidos,
meus caminhos andam tortos,
meu sorriso já não é mais o mesmo.
O tempo passou,
foram vitórias, derrotas
na luta contra o amor.
Ele me venceu,
me dei por vencida
e vou deixando que ele fique por aqui,
machucando, sangrando aos poucos
o que resta de mim.
Sempre fui muito só,
e nunca gostei da solidão.
Mas já fui quase feliz.
Já nem sei contar quantas vezes me peguei
mergulhada nas lembranças de nós dois.
Já nem sei contar quantas vezes olhei o relógio da parede
esperando que o tempo voltasse.
Não sei dizer quantas vezes olhei para o telefone esperando que ele tocasse.
quantas vezes já reli as mensagens, e os bilhetes,
quantas vezes me perguntei onde foi que nós nos perdemos,
de repente viramos perpendiculares,
caminhos que não se encontram mais.
Eu caminhava pelo deserto, a procura de um oásis.
Um refugio, algum lugar em que eu pudesse ter paz.
Me perdi dando voltas e voltas, passando sempre pelo mesmo lugar.
Quando avistei teu olhar, teus olhos me guiaram
para que eu encontrasse meu único caminho,
encontrei o lugar de refugio em teus braços
encontrei a paz que me faltava no teu alento.
Em teu corpo me encontrei, me perdi, me misturei
Assim sendo, não sei mais separar o que sou eu do que é você.
Somos um só. Você ainda está em mim.
Um refugio, algum lugar em que eu pudesse ter paz.
Me perdi dando voltas e voltas, passando sempre pelo mesmo lugar.
Quando avistei teu olhar, teus olhos me guiaram
para que eu encontrasse meu único caminho,
encontrei o lugar de refugio em teus braços
encontrei a paz que me faltava no teu alento.
Em teu corpo me encontrei, me perdi, me misturei
Assim sendo, não sei mais separar o que sou eu do que é você.
Somos um só. Você ainda está em mim.
Eu viajei no espaço antes de te conhecer,
vaguei pelos mundos e submundos
mergulhei no tempo e
voltei para te encontrar.
Estava perdida e teu amor me salvou.
Foi um sopro para que eu voltasse a respirar
Um farol para guiar meus passos no caminho escuro.
Foi o calor dos teus lábios tocando os meus
que me trouxe de volta a vida.
vaguei pelos mundos e submundos
mergulhei no tempo e
voltei para te encontrar.
Estava perdida e teu amor me salvou.
Foi um sopro para que eu voltasse a respirar
Um farol para guiar meus passos no caminho escuro.
Foi o calor dos teus lábios tocando os meus
que me trouxe de volta a vida.
sexta-feira, 18 de junho de 2010
Quando eu era mais nova, tinha o sonho de ser bailarina,
fechava os olhos e me imaginava nas pontas dos pés,
rodopiando pelos salões, palcos e afins.
Eu sonhava com aquelas roupas lindas,
todas rosinhas... sonho de criança mesmo.
Cresci, as pernas cresceram também, aliás, cresceram demais
eu cresci tanto, que não cabia mais dentro de mim.
Troquei o sonho da sapatilha, pela caneta na mão
Troquei a leveza dos Demi-pliés e arabesques
pelas palavras.
Sou feliz assim, o sonho não ficou para trás
de alguma forma, eu ainda danço
por entre as linhas,através das palavras,
Nessa ciranda que é minha vida!
quinta-feira, 17 de junho de 2010
Eu penso em escrever um livro, algo que deixe gravado no tempo a minha história e a história de tantas outras pessoas, não seria um best seller, não seria um livro com várias edições.
Acho que seria um livro para meus amigos, algo que eles pudessem ler e me reconhecer nas páginas, assim, fechando os olhos, que meus poemas me descrevessem, e realmente descrevem.
Eu imagino o rosto, a feição de cada um deles, com o livro nas mãos, e Deus queira saboreando, cada palavra, cada frase, um minutinho de paz, um afago, um carinho na alma.
É tão bom se reconhecer em alguma coisa, numa música, numa foto, em um poema.
O que escrevo, conta a minha história e a história de gente que ama, que sente saudade, que espera, cansa de esperar, e espera de novo. Fala de gente que sofre por gente, que sofre com gente. Mas fala acima de qualquer coisa DE GENTE. Do amor, da paixão, e da falta de amor e de compaixão. Fala do tempo, que dizem acalma, cura, e põe tudo no lugar, mas que às vezes faz tudo ao contrário.
Por enquanto, fico feliz em saber, que algumas pessoas, através deste instrumento da tecnologia ( com a qual não me dou tão bem assim) possam acompanhar tudo isso, todo esse turbilhão de sentimentos, tão comuns a nós pobres mortais, e compartilhar comigo das minhas angustias, tormentos, da felicidade que eu sinto em amar alguém, mesmo que este alguém esteja tão longe. espero que entendam meus altos e baixos, e que se deliciem com tudo isso. Obrigada aos meus leitores assíduos ou não, volte sempre você que está visitando esse blog pela primeira vez, e volte sempre você que vem aqui sempre. E você, que inspira a maior parte desses poemas, leia-os sempre também, eles dizem o que eu...não posso dizer.
Acho que seria um livro para meus amigos, algo que eles pudessem ler e me reconhecer nas páginas, assim, fechando os olhos, que meus poemas me descrevessem, e realmente descrevem.
Eu imagino o rosto, a feição de cada um deles, com o livro nas mãos, e Deus queira saboreando, cada palavra, cada frase, um minutinho de paz, um afago, um carinho na alma.
É tão bom se reconhecer em alguma coisa, numa música, numa foto, em um poema.
O que escrevo, conta a minha história e a história de gente que ama, que sente saudade, que espera, cansa de esperar, e espera de novo. Fala de gente que sofre por gente, que sofre com gente. Mas fala acima de qualquer coisa DE GENTE. Do amor, da paixão, e da falta de amor e de compaixão. Fala do tempo, que dizem acalma, cura, e põe tudo no lugar, mas que às vezes faz tudo ao contrário.
Por enquanto, fico feliz em saber, que algumas pessoas, através deste instrumento da tecnologia ( com a qual não me dou tão bem assim) possam acompanhar tudo isso, todo esse turbilhão de sentimentos, tão comuns a nós pobres mortais, e compartilhar comigo das minhas angustias, tormentos, da felicidade que eu sinto em amar alguém, mesmo que este alguém esteja tão longe. espero que entendam meus altos e baixos, e que se deliciem com tudo isso. Obrigada aos meus leitores assíduos ou não, volte sempre você que está visitando esse blog pela primeira vez, e volte sempre você que vem aqui sempre. E você, que inspira a maior parte desses poemas, leia-os sempre também, eles dizem o que eu...não posso dizer.
quarta-feira, 16 de junho de 2010
Então as noites ficaram cada vez mais longas,
e a espera interminável.
Eu realmente esperava que ele voltasse.
Às vezes eu sonho com sua volta,
no sonho tudo é colorido,
um calor gostoso toma conta da atmosfera,
há flores espalhadas por todos os cantos,
e o abraço faz parar o tempo.
É aquele abraço de urso,
do qual eu sinto saudade
aquele abraço que contém o mundo.
No sonho, e somente no sonho,
tudo é doce, o beijo, a saudade e as palavras
Trocamos juras de amor, e...
Toca o despertador 06:30, hora de acordar!
domingo, 6 de junho de 2010
Eu tranco a porta
pra todas as mentiras
E a verdade também, está lá fora
Agora, a porta está trancada
A porta fechada
me lembra você toda hora
A hora me lembra o tempo que se perdeu
Perder é não ter a bússola
É não ter aquilo que era seu
E o que você quer?
Orientação?
Eu tranco a porta pra todos os gritos
E o silêncio também está lá fora
Agora a porta está trancada
Eu pulo as janelas
Será que eu tô trancado aqui dentro?
Será que você tá trancado lá fora?
Será que eu ainda te desoriento?
Será que as perguntas são certas?
Então eu me tranco em você
E deixo as portas abertas...
( Trancado- Ana Carolina)
pra todas as mentiras
E a verdade também, está lá fora
Agora, a porta está trancada
A porta fechada
me lembra você toda hora
A hora me lembra o tempo que se perdeu
Perder é não ter a bússola
É não ter aquilo que era seu
E o que você quer?
Orientação?
Eu tranco a porta pra todos os gritos
E o silêncio também está lá fora
Agora a porta está trancada
Eu pulo as janelas
Será que eu tô trancado aqui dentro?
Será que você tá trancado lá fora?
Será que eu ainda te desoriento?
Será que as perguntas são certas?
Então eu me tranco em você
E deixo as portas abertas...
( Trancado- Ana Carolina)
quinta-feira, 3 de junho de 2010
Eu estudei minuciosamente meu amor por você.
Assim como alguém que planeja um crime perfeito,
articulei as portas, janelas, por onde entrar e como sair.
Foram dias e dias planejando como eu faria
para matar meu amor.
Algo que não desse qualquer chance de reação
algo que imobilizasse e matasse instantâneamente.
Para acabar de vez com toda essa historia.
Plano acabado, dia marcado
E lá fui eu.
Matei meu amor por ti...
Puxei pela raiz, não irá renascer, plantei no lugar dele um Salgueiro Chorão,
e troquei os pedaços que sobraram no mercado negro, a troco de nada.
Assim como alguém que planeja um crime perfeito,
articulei as portas, janelas, por onde entrar e como sair.
Foram dias e dias planejando como eu faria
para matar meu amor.
Algo que não desse qualquer chance de reação
algo que imobilizasse e matasse instantâneamente.
Para acabar de vez com toda essa historia.
Plano acabado, dia marcado
E lá fui eu.
Matei meu amor por ti...
Puxei pela raiz, não irá renascer, plantei no lugar dele um Salgueiro Chorão,
e troquei os pedaços que sobraram no mercado negro, a troco de nada.
domingo, 30 de maio de 2010
Eu sei, que você irá ler essas linhas
então te digo, estou com saudades.
Essas sentimentalidades me parecem tão bobas às vezes,
mas eu sinto mesmo, e daí?
Eu sinto saudades de você
mesmo sabendo que acabou,
mesmo sabendo que existe sim um mundo que separa a gente.
E a saudade que eu sinto, já se tornou companheira
amiga de balada e bebedeira.
Nós conversamos, eu e a saudade,
nos juntamos pra falar mal de você
às vezes bem também.
Nós nos entendemos
e já fizemos até um trato,
ela não vai embora, e eu não a abandono.
então te digo, estou com saudades.
Essas sentimentalidades me parecem tão bobas às vezes,
mas eu sinto mesmo, e daí?
Eu sinto saudades de você
mesmo sabendo que acabou,
mesmo sabendo que existe sim um mundo que separa a gente.
E a saudade que eu sinto, já se tornou companheira
amiga de balada e bebedeira.
Nós conversamos, eu e a saudade,
nos juntamos pra falar mal de você
às vezes bem também.
Nós nos entendemos
e já fizemos até um trato,
ela não vai embora, e eu não a abandono.
sábado, 22 de maio de 2010
A bailarina, baila pela vida
vivendo nas pontas dos pés
Tropeça aqui e acolá
nas pedrinhas
e continua na ciranda
cantada pelos outros.
Com as pontas dos pés
vai desenhando
pelo caminho
colhendo flores
se espetando nos espinhos
com a leveza de uma borboleta.
Rodopiando, girando e girando
até ficar tonta
até se entorpecer no giro louco,
na loucura da vida.
vivendo nas pontas dos pés
Tropeça aqui e acolá
nas pedrinhas
e continua na ciranda
cantada pelos outros.
Com as pontas dos pés
vai desenhando
pelo caminho
colhendo flores
se espetando nos espinhos
com a leveza de uma borboleta.
Rodopiando, girando e girando
até ficar tonta
até se entorpecer no giro louco,
na loucura da vida.
Os dias são sempre iguais,
amanheço e adormeço
pensando em ti.
Saudades...
Um pouco de raiva,
Dúvidas, dívidas...
As horas passando,
O relógio vira inimigo,
e as horas transformam-se em dias
os dias em meses...
daqui a pouco um ano.
Eu sentada na soleira do porta
vendo a vida passar,
vendo você passar
e tudo acabar
assim na poeira do vento.
amanheço e adormeço
pensando em ti.
Saudades...
Um pouco de raiva,
Dúvidas, dívidas...
As horas passando,
O relógio vira inimigo,
e as horas transformam-se em dias
os dias em meses...
daqui a pouco um ano.
Eu sentada na soleira do porta
vendo a vida passar,
vendo você passar
e tudo acabar
assim na poeira do vento.
Pés descalços, cansados da longa caminhada
apoiados no chão, que parece não cumprir seu papel
de lugar seguro para pisar.
Sentados um ao lado do outro
mais distantes do que nunca
Ela questiona,
ele cala.
Ela indaga novamente
ele acena algo com a cabeça.
Ela se irrita com o silêncio dele
que corta, fere a carne como navalha.
Grita, gesticula, levanta e senta novamente.
Ele continua calado, olhar distante.
Ela então chora, chora um choro assim baixinho,
quase um sussurro.
Ele levanta, olha para a porta
Ela pede que ele não vá
Senta novamente,
eles se abraçam
uma abraço forte, o último.
E dizem quase que juntos:
- Então, acabou?
E eu te pergunto...
E então? Acabou?
apoiados no chão, que parece não cumprir seu papel
de lugar seguro para pisar.
Sentados um ao lado do outro
mais distantes do que nunca
Ela questiona,
ele cala.
Ela indaga novamente
ele acena algo com a cabeça.
Ela se irrita com o silêncio dele
que corta, fere a carne como navalha.
Grita, gesticula, levanta e senta novamente.
Ele continua calado, olhar distante.
Ela então chora, chora um choro assim baixinho,
quase um sussurro.
Ele levanta, olha para a porta
Ela pede que ele não vá
Senta novamente,
eles se abraçam
uma abraço forte, o último.
E dizem quase que juntos:
- Então, acabou?
E eu te pergunto...
E então? Acabou?
quinta-feira, 20 de maio de 2010
Receita para curar a loucura
40 minutos dos teus abraços mais apertados
20 dos teus beijos mais melosos
1 porção bem generosa de risos a dois
2 mãos dadas, bem apertadas
guerra de travesseiros 2 vezes por semana
fazer amor contigo todo dia
dormir abraçadinho, de conchinha
Modo de fazer:
Misture bem todos os ingredientes, tempere com algumas lágrimas que porventura aparecerem, e algumas crises de ciúmes bobos. Deixe descansar e sirva-se a vontade, sempre que a loucura aparecer.
40 minutos dos teus abraços mais apertados
20 dos teus beijos mais melosos
1 porção bem generosa de risos a dois
2 mãos dadas, bem apertadas
guerra de travesseiros 2 vezes por semana
fazer amor contigo todo dia
dormir abraçadinho, de conchinha
Modo de fazer:
Misture bem todos os ingredientes, tempere com algumas lágrimas que porventura aparecerem, e algumas crises de ciúmes bobos. Deixe descansar e sirva-se a vontade, sempre que a loucura aparecer.
Saudade é restinho de amor.
É raspinha no fundo da panela,
Daquele doce que a gente gosta mais.
É o que sobrou do amor depois do vendaval
da ventania que quase levou o telhado,
que desfolhou a flor
levantou a poeira,
que quase apagou o fogo
da panela de doce, que estava quase no ponto.
Saudade... fundo de taxo.
É raspinha no fundo da panela,
Daquele doce que a gente gosta mais.
É o que sobrou do amor depois do vendaval
da ventania que quase levou o telhado,
que desfolhou a flor
levantou a poeira,
que quase apagou o fogo
da panela de doce, que estava quase no ponto.
Saudade... fundo de taxo.
Chato
O chato, é que você é chato,
chato sentir sua falta.
Chato mesmo é saber que você é chato e
que é chato ficar sem você.
Chato é sentir fome, frio e a sua falta.
Sem beijo, sem carne, sem você e com a saudade.
chato sentir sua falta.
Chato mesmo é saber que você é chato e
que é chato ficar sem você.
Chato é sentir fome, frio e a sua falta.
Sem beijo, sem carne, sem você e com a saudade.
segunda-feira, 17 de maio de 2010
Sim, eu guardo todas as fotos,
aquelas que conseguiram guardar num pedaço de papel
momentos tão bons.
Sim, que guardo cada bilhetinho,
cada rascunho daquela história que nós vivemos.
Eu guardo as cartas, os emails,
e até aquele restinho de perfume.
Pra quê?
Pra poder num dia de chuva, assim como quem não quer nada
abrir a caixinha de memórias e saboreá-las uma a uma
e assim ser feliz um pouquinho.
aquelas que conseguiram guardar num pedaço de papel
momentos tão bons.
Sim, que guardo cada bilhetinho,
cada rascunho daquela história que nós vivemos.
Eu guardo as cartas, os emails,
e até aquele restinho de perfume.
Pra quê?
Pra poder num dia de chuva, assim como quem não quer nada
abrir a caixinha de memórias e saboreá-las uma a uma
e assim ser feliz um pouquinho.
quarta-feira, 5 de maio de 2010
Tolos são eles, que acreditam ter nos enganado...
Eles enganaram a si próprios, acreditando que tinham nos derrotado.
Só as pessoas de alma e coração realmente puros são capazes de sentir
De amar, de abraçar de coração, uma causa, uma pessoa, qualquer coisa que seja!
Tolos são eles que se apegam ao poder momentâneo de uma conquista...
Ah! Eles são mesmo uns tolos...
Um dia quem sabe eles enxerguem que fazer o mal, só lhes trará mal também.
Enquanto isso, nós que sentimos, vamos observando, espiando de fora ( as vezes não tão de fora).
Até onde esses tolos de alma vão chegar,
Eu não sei talvez você também não saiba...
O que eu sei e quero que você também saiba
É que eu não me renderei,
Eu não vou retroceder um só passo...
Vou continuar caminhando, mesmo quando as pedras do caminho machucarem meus pés,
Isso é sinal de que eu estou caminhando,
Eu não vou deixar de amar, nem de acreditar que as pessoas podem mudar sim,
Isso é sinal que eles não conseguiram matar o melhor de mim...
"eles passarão.. eu passarinho"
Eles enganaram a si próprios, acreditando que tinham nos derrotado.
Só as pessoas de alma e coração realmente puros são capazes de sentir
De amar, de abraçar de coração, uma causa, uma pessoa, qualquer coisa que seja!
Tolos são eles que se apegam ao poder momentâneo de uma conquista...
Ah! Eles são mesmo uns tolos...
Um dia quem sabe eles enxerguem que fazer o mal, só lhes trará mal também.
Enquanto isso, nós que sentimos, vamos observando, espiando de fora ( as vezes não tão de fora).
Até onde esses tolos de alma vão chegar,
Eu não sei talvez você também não saiba...
O que eu sei e quero que você também saiba
É que eu não me renderei,
Eu não vou retroceder um só passo...
Vou continuar caminhando, mesmo quando as pedras do caminho machucarem meus pés,
Isso é sinal de que eu estou caminhando,
Eu não vou deixar de amar, nem de acreditar que as pessoas podem mudar sim,
Isso é sinal que eles não conseguiram matar o melhor de mim...
"eles passarão.. eu passarinho"
Este beijo, o beijo da Capitu,
é o beijo inebriante, o beijo avassalador,
aquele beijo que faz os pés saírem do chão,
Não, não.. não é um beijo cheio de ternura,
não é um beijo de amor, beijo romântico de novela.
É o beijo da paixão, do fogo do momento,
que incendeia a alma, que faz queimar o corpo
que atormenta o juízo.
É como se Capitu fosse feiticeira,
encantando quem é beijado.
As palavras para mim foram assim...
Foram como o beijo de Capitu,
após tocarem-me a boca, transformaram minha vida,
como num toque de mágica.
é o beijo inebriante, o beijo avassalador,
aquele beijo que faz os pés saírem do chão,
Não, não.. não é um beijo cheio de ternura,
não é um beijo de amor, beijo romântico de novela.
É o beijo da paixão, do fogo do momento,
que incendeia a alma, que faz queimar o corpo
que atormenta o juízo.
É como se Capitu fosse feiticeira,
encantando quem é beijado.
As palavras para mim foram assim...
Foram como o beijo de Capitu,
após tocarem-me a boca, transformaram minha vida,
como num toque de mágica.
Seja bem vindo de volta,
mesmo que ainda não tenhas voltado.
Que sua estadia não seja breve,
que venha para ficar.
Seja muito bem vindo,
que a Lua ilumine essa sua tão esperada volta,
que as estrelas se juntem num sorriso
que te mostre o quão você era esperado.
Fique para o café da manhã,
aquele café de sempre, bem doce...
Que o sabor dele te lembre que eram doces as palavras também,
apagando assim o amargo que a caminhada de volta te trouxe.
Seja bem vindo, a porta está aberta, é só empurrar...
entre, e entre para ficar.
mesmo que ainda não tenhas voltado.
Que sua estadia não seja breve,
que venha para ficar.
Seja muito bem vindo,
que a Lua ilumine essa sua tão esperada volta,
que as estrelas se juntem num sorriso
que te mostre o quão você era esperado.
Fique para o café da manhã,
aquele café de sempre, bem doce...
Que o sabor dele te lembre que eram doces as palavras também,
apagando assim o amargo que a caminhada de volta te trouxe.
Seja bem vindo, a porta está aberta, é só empurrar...
entre, e entre para ficar.
quinta-feira, 29 de abril de 2010
Ando por aí...
a procurar, sempre a procurar...
um rosto, um sorriso quem sabe,
um sabor que ainda não experimentei,
um som que ainda não ouvi.
Um rosto que ainda não conheci.
Simplesmente ando a procurar,
às vezes triste,
às vezes alegre,
sempre a procurar...
A procura de algo
que preencha o vazio,
que aqueça o frio.
Sempre a procurar...
Canteiros... Flores... alma voando...
voando pra longe...
a procurar, sempre a procurar...
um rosto, um sorriso quem sabe,
um sabor que ainda não experimentei,
um som que ainda não ouvi.
Um rosto que ainda não conheci.
Simplesmente ando a procurar,
às vezes triste,
às vezes alegre,
sempre a procurar...
A procura de algo
que preencha o vazio,
que aqueça o frio.
Sempre a procurar...
Canteiros... Flores... alma voando...
voando pra longe...
Ele já não é mais o ar que eu respiro,
tive que aprender num estalar de dedos,
a respirar sozinha.
Não é mais também o colorido de tudo
tive que aprender que ou eu mesma coloria meus dias,
ou passaria o resto da vida vendo tudo cinza.
Ele não é mais meu TUDO...
bem que eu queria que fosse, mas se ele fosse tudo, eu seria nada...
enfim, melhor ser eu mesma meu tudo...
Não é mais ao lado dele que eu curto minhas noites de sábado,
nem as manhãs ensolaradas de domingo...
tive que me acostumar a ficar só.
Ele continua sendo o que eu mais amo,
mas a distância mudou tudo,
mudou o que eu sentia, meus pensamentos, meus atos, minhas verdades e sonhos.
Ele realmente FOI tudo isso;
a cor de tudo, ar que eu respirava, os pés quentes pra esquentar os meus pé gelados,
foi o homem que eu amei durante um período legal da minha vida, foi meu porto seguro,
MEU NORTE...
estou iniciando minha jornada solo,
caminhando comigo mesma, um passinho na frente do outro!
tive que aprender num estalar de dedos,
a respirar sozinha.
Não é mais também o colorido de tudo
tive que aprender que ou eu mesma coloria meus dias,
ou passaria o resto da vida vendo tudo cinza.
Ele não é mais meu TUDO...
bem que eu queria que fosse, mas se ele fosse tudo, eu seria nada...
enfim, melhor ser eu mesma meu tudo...
Não é mais ao lado dele que eu curto minhas noites de sábado,
nem as manhãs ensolaradas de domingo...
tive que me acostumar a ficar só.
Ele continua sendo o que eu mais amo,
mas a distância mudou tudo,
mudou o que eu sentia, meus pensamentos, meus atos, minhas verdades e sonhos.
Ele realmente FOI tudo isso;
a cor de tudo, ar que eu respirava, os pés quentes pra esquentar os meus pé gelados,
foi o homem que eu amei durante um período legal da minha vida, foi meu porto seguro,
MEU NORTE...
estou iniciando minha jornada solo,
caminhando comigo mesma, um passinho na frente do outro!
Me aceita, dá-me tua boca
afasta essa idéia louca...
Afaga meus cabelos, me cobre com teu corpo.
Traz-me o calor
que há muito não sinto
vem me enlouquecer com a tua voz
no meu ouvido dizendo baixinho
que eu sou teu anjo...
Vem que a vida é curta
e o tempo (este moleque travesso)
não pára pra gente se amar.
Vem, me toma em seus braços,
Vem, realiza meus desejos
e acaba com os anseios...
Vem que eu espero você chegar.
afasta essa idéia louca...
Afaga meus cabelos, me cobre com teu corpo.
Traz-me o calor
que há muito não sinto
vem me enlouquecer com a tua voz
no meu ouvido dizendo baixinho
que eu sou teu anjo...
Vem que a vida é curta
e o tempo (este moleque travesso)
não pára pra gente se amar.
Vem, me toma em seus braços,
Vem, realiza meus desejos
e acaba com os anseios...
Vem que eu espero você chegar.
Because he had diamonds on the inside,
Porque ele tem "diamantes dentro dele"
and i like to sit near him,
E eu gosto de sentar perto dele
and observe, olny observe...
e observar, somente observar...
What kind of magic has he?
Que tipo de mágica há nele?
I dont't know...
Eu não sei...
I can´t explain
Não consigo explicar
how a smile can shine so bright,
Como um sorriso pode brilhar tanto
how him warmth warms my heart...
como seu calor aquece meu coração...
i can´t explain
eu não consigo explicar
how i feel when he cames close
como eu me sinto quando ele chega perto
It must be because de diamonds...
Deve ser por conta dos diamantes...
Many time we falling out,
Muitas vezes nos desentendemos
but when i think of losing he...
Mas quando penso em perdê-lo...
every brightness desappears,
Todo brilho desaparece,
everything freezes.
Tudo se torna frio.
He give me something,
Ele me causa alguma coisa
that makes me scared...
que me faz ter medo...
Porque ele tem "diamantes dentro dele"
and i like to sit near him,
E eu gosto de sentar perto dele
and observe, olny observe...
e observar, somente observar...
What kind of magic has he?
Que tipo de mágica há nele?
I dont't know...
Eu não sei...
I can´t explain
Não consigo explicar
how a smile can shine so bright,
Como um sorriso pode brilhar tanto
how him warmth warms my heart...
como seu calor aquece meu coração...
i can´t explain
eu não consigo explicar
how i feel when he cames close
como eu me sinto quando ele chega perto
It must be because de diamonds...
Deve ser por conta dos diamantes...
Many time we falling out,
Muitas vezes nos desentendemos
but when i think of losing he...
Mas quando penso em perdê-lo...
every brightness desappears,
Todo brilho desaparece,
everything freezes.
Tudo se torna frio.
He give me something,
Ele me causa alguma coisa
that makes me scared...
que me faz ter medo...
(...) E esse meu "suposto" silêncio,
não quer dizer que não tenho nada a dizer,
às vezes é muito mais útil ficar calado.
Essa minha solidão, é recolhimento, é um tempo.
Um tempo pra mim, pra você e é o fim do nós.
Agora eu sou eu... E você apenas você, O NÓS?
O Nós ficou no passado, num tempo em que tudo era mágico
em que a verdade era mais doce, os beijos também...
onde o NÓS era cabível, onde o sonho já era realidade.
Agora EU sou eu... E você, é APENAS você.
não quer dizer que não tenho nada a dizer,
às vezes é muito mais útil ficar calado.
Essa minha solidão, é recolhimento, é um tempo.
Um tempo pra mim, pra você e é o fim do nós.
Agora eu sou eu... E você apenas você, O NÓS?
O Nós ficou no passado, num tempo em que tudo era mágico
em que a verdade era mais doce, os beijos também...
onde o NÓS era cabível, onde o sonho já era realidade.
Agora EU sou eu... E você, é APENAS você.
Ele é meu único desejo,
meu fogo!
Meu norte, meu vício.
É por ele que meus olhos brilham,
e é nos olhos dele que
se encontra minha felicidade.
Sem ele a vida não tem graça,
domingo ensolarado
vira sábado à noite nublado...
Sem ele não há nada que eu queira fazer,
não há motivos pra escrever...
Sem ele não sei mesmo o que seria de mim.
Não há risadas sem motivos,
não há manias intrigantes,
não há brincadeiras bobas...
sem ele tudo fica cinza.
Ele é a graça de tudo,
é a cor, sabor, tempero...
ele é meu tudo,
ar que eu respiro,
meu alimento,
minha alegria.
Ele É MEU TUDO!
meu fogo!
Meu norte, meu vício.
É por ele que meus olhos brilham,
e é nos olhos dele que
se encontra minha felicidade.
Sem ele a vida não tem graça,
domingo ensolarado
vira sábado à noite nublado...
Sem ele não há nada que eu queira fazer,
não há motivos pra escrever...
Sem ele não sei mesmo o que seria de mim.
Não há risadas sem motivos,
não há manias intrigantes,
não há brincadeiras bobas...
sem ele tudo fica cinza.
Ele é a graça de tudo,
é a cor, sabor, tempero...
ele é meu tudo,
ar que eu respiro,
meu alimento,
minha alegria.
Ele É MEU TUDO!
Em meus delírios, te escuto,
meu nome gritando
meu corpo puxando
pra perto do teu...
Pena que é só pensamento
que voa pra longe
e ao teu encontro vai...
És tão cego que não vês
minha alma a vagar
pra perto da sua
És tão surdo que não ouves
meus sussurro ao pé do teu ouvido
“dá-me uma chance”
Uma oportunidade
de brincar no teu corpo
entrar nos teu sonhos
Te Provar...
que eu posso, eu consigo....
desvendar teus mistérios...
e ainda te fazer FELIZ COMO NUNCA...
meu nome gritando
meu corpo puxando
pra perto do teu...
Pena que é só pensamento
que voa pra longe
e ao teu encontro vai...
És tão cego que não vês
minha alma a vagar
pra perto da sua
És tão surdo que não ouves
meus sussurro ao pé do teu ouvido
“dá-me uma chance”
Uma oportunidade
de brincar no teu corpo
entrar nos teu sonhos
Te Provar...
que eu posso, eu consigo....
desvendar teus mistérios...
e ainda te fazer FELIZ COMO NUNCA...
Eu escolhi...
eu escolhi o caminho mais difícil,
a amor mais impossível.
eu escolhi viver de um sonho
eu escolhi não ser só mais uma,
eu escolhi ser ÚNICA...
eu escolhi as pedras mais pesadas.
Mas fui eu quem escolheu...
eu escolhi a família mais complicada,
os amigos mais loucos,
as paixões mais arrebatadoras.
Eu escolhi tudo isso.
Afinal, qual é a graça de ser COMUM?
eu escolhi o caminho mais difícil,
a amor mais impossível.
eu escolhi viver de um sonho
eu escolhi não ser só mais uma,
eu escolhi ser ÚNICA...
eu escolhi as pedras mais pesadas.
Mas fui eu quem escolheu...
eu escolhi a família mais complicada,
os amigos mais loucos,
as paixões mais arrebatadoras.
Eu escolhi tudo isso.
Afinal, qual é a graça de ser COMUM?
Ouve AGORA, o poema que eu fiz
na tentativa vã
de simplesmente te esquecer.
Escuta AGORA meu grito
em meio ao teu silêncio.
Vê AGORA, minhas lágrimas
que correm fartas pelo rosto.
Abraça AGORA este corpo
que já foi seu...
Beija-me então AGORA pela última vez
para que eu leve comigo
para onde quer
que o vento me carregue
A doçura indizível do teu beijo
e o calor do teu corpo...
Ouve AGORA! Peço-te.... Este poema
E me liberta desta prisão
na qual estou presa,
Por minha própria vontade
AGORA, agonia da hora.
na tentativa vã
de simplesmente te esquecer.
Escuta AGORA meu grito
em meio ao teu silêncio.
Vê AGORA, minhas lágrimas
que correm fartas pelo rosto.
Abraça AGORA este corpo
que já foi seu...
Beija-me então AGORA pela última vez
para que eu leve comigo
para onde quer
que o vento me carregue
A doçura indizível do teu beijo
e o calor do teu corpo...
Ouve AGORA! Peço-te.... Este poema
E me liberta desta prisão
na qual estou presa,
Por minha própria vontade
AGORA, agonia da hora.
Pai! Afasta de mim esta boca.
Afasta de mim este corpo quente...
Tira de mim a força louca
que tanto me atrapalha a mente...
Pai! Afasta de mim o sofrimento
de não ter nem por um momento
a atenção dos olhos deste homem,
pois perto dele as palavras somem.
Por que ele detém todos os meus pensamentos
e são dele todos os meus sentimentos.
Pai, afasta de mim o sorriso,
os olhos sem juízo
Afasta, afasta... mande tudo embora...
Pois minha alma agora chora...
Leve-o e atire-o ao vento
faça com que desapareça
deste meu inútil tormento.
Que ele suma da minha cabeça!
(Cynthia de Almeida)
Afasta de mim este corpo quente...
Tira de mim a força louca
que tanto me atrapalha a mente...
Pai! Afasta de mim o sofrimento
de não ter nem por um momento
a atenção dos olhos deste homem,
pois perto dele as palavras somem.
Por que ele detém todos os meus pensamentos
e são dele todos os meus sentimentos.
Pai, afasta de mim o sorriso,
os olhos sem juízo
Afasta, afasta... mande tudo embora...
Pois minha alma agora chora...
Leve-o e atire-o ao vento
faça com que desapareça
deste meu inútil tormento.
Que ele suma da minha cabeça!
(Cynthia de Almeida)
segunda-feira, 26 de abril de 2010
Esperança é algo que já não tenho mais. Voou do varal numa noite qualquer. O mesmo varal onde pendurei minha fé. Voou também. Nem vi. Venta muito por aqui. Nada fica firme por muito tempo. As roupas não secam, somem. Voam sei lá pra onde. Já não sei o que vestir quando me convidam. Por isso nunca aceito. Fico em casa com satisfação. Vou até o quintal e aproveito o tempo para estender fotos, passados, sonhos. Tudo no mesmo varal. Só pra tirar o mofo, tomar um ar. Mas sempre voam. Voam sei lá pra onde. E eu vou perdendo as peças da minha história. Uma por uma. Tudo que eu amo desaparece. Do quintal da minha casa, nem dá pra ver o seu. Mas imagino que lá no fundo, num cantinho, também tenha um varal. O seu varal. Onde não venta. E devem estar pendurados: meu sorriso, minhas certezas, minha fé. Quem sabe um dia bate um vento e, de tão forte, te faça trazer tudo de volta o que sempre foi meu. E falta. No meu quintal. O tempo voa enquanto espero. Estendo a vida num varal. Esperança já não há. Voou sei lá pra onde. Nada fica firme por muito tempo. E venta muito por aqui.
(Maíra Viana- O Varal)
Esperando Esperança...
Quantas vezes mais terei que retocar a maquiagem até você chegar? Ás vezes eu olho embaixo da cama, atrás do armário, dentro da geladeira, nas gavetas da sala, quem sabe eu te encontro, no lugar certo, só pra ser mais feliz, bem assim por acaso...
Quantas vezes mais as estrelas cadentes vão me virar a cara negando um pedido? Às vezes eu rezo, acendo uma vela, faço uma prece, jogo minha fé pela janela, depois me arrependo, vou lá, pego de volta, toda molhada, estendo no varal, vento que seca, tempo que passa, e você, nada...
Quantas vezes mais vou duvidar da sua existência? Será que estás o tempo todo aqui, como um fantasma, a me acompanhar, sem que eu perceba, na minha cegueira, tua presença invisível, espalhada pela sala, espírito zombeteiro, acenando pra mim, e eu, nada...
Quantas vezes mais você vai gritar mesmo sabendo que eu não posso te ouvir? Canta uma música, gesticula, faz mímica, tenta qualquer coisa, eu preciso te ver, não desiste de mim, fica um pouco mais, toma um gole de café, puxa uma cadeira, olha umas fotos, acende um cigarro...
Quantas vezes mais terei que me desfazer para te encontrar? Eu ando pela casa, troco os moveis de lugar, mudo a cor do cabelo, jogo as fotos pela janela, depois me arrependo, vou lá, pego todas de volta, estendo no varal, amareladas, tempo que mancha, vento que passa, e você, quase posso te ver, em cada uma delas: perto de mim fazendo careta, sorrindo atrás de uma árvore, correndo por entre nuvens num dia de sol....
Quantas vezes mais terei que lembrar a mim mesma onde foi que eu guardei a minha felicidade? Às vezes eu assobio enquanto penduro a fé no varal, me olho no espelho enquanto você se esconde do tempo num porta-retrato, cativo o prazer dessa incessante busca, fecho os olhos aos acenos e continuo procurando, nos lugares errados, só pra ser mais infeliz, bem assim por acaso...
( Esperando Esperança- Maíra Viana)
(Maíra Viana- O Varal)
Esperando Esperança...
Quantas vezes mais terei que retocar a maquiagem até você chegar? Ás vezes eu olho embaixo da cama, atrás do armário, dentro da geladeira, nas gavetas da sala, quem sabe eu te encontro, no lugar certo, só pra ser mais feliz, bem assim por acaso...
Quantas vezes mais as estrelas cadentes vão me virar a cara negando um pedido? Às vezes eu rezo, acendo uma vela, faço uma prece, jogo minha fé pela janela, depois me arrependo, vou lá, pego de volta, toda molhada, estendo no varal, vento que seca, tempo que passa, e você, nada...
Quantas vezes mais vou duvidar da sua existência? Será que estás o tempo todo aqui, como um fantasma, a me acompanhar, sem que eu perceba, na minha cegueira, tua presença invisível, espalhada pela sala, espírito zombeteiro, acenando pra mim, e eu, nada...
Quantas vezes mais você vai gritar mesmo sabendo que eu não posso te ouvir? Canta uma música, gesticula, faz mímica, tenta qualquer coisa, eu preciso te ver, não desiste de mim, fica um pouco mais, toma um gole de café, puxa uma cadeira, olha umas fotos, acende um cigarro...
Quantas vezes mais terei que me desfazer para te encontrar? Eu ando pela casa, troco os moveis de lugar, mudo a cor do cabelo, jogo as fotos pela janela, depois me arrependo, vou lá, pego todas de volta, estendo no varal, amareladas, tempo que mancha, vento que passa, e você, quase posso te ver, em cada uma delas: perto de mim fazendo careta, sorrindo atrás de uma árvore, correndo por entre nuvens num dia de sol....
Quantas vezes mais terei que lembrar a mim mesma onde foi que eu guardei a minha felicidade? Às vezes eu assobio enquanto penduro a fé no varal, me olho no espelho enquanto você se esconde do tempo num porta-retrato, cativo o prazer dessa incessante busca, fecho os olhos aos acenos e continuo procurando, nos lugares errados, só pra ser mais infeliz, bem assim por acaso...
( Esperando Esperança- Maíra Viana)
sexta-feira, 16 de abril de 2010
São os sonhos simples, da mulher menina.
São os gestos nem sempre sutis...
É a infindável procura por algo que a mantenha aquecida.
São os desejos da mulher,
Os sonhos da menina.
É o cotidiano agitado,
São as conversas de mesa de bar,
As discussões sobre amigos e amores.
Sobe, desce, caminha, pára.
Beija, abraça, grita, chora... e chora...
E depois sorri um sorriso confortante.
Planta,colhe... Semeia saberes ,duvidas, dívidas...
Bate, apanha, socorre, e chora.
Repreende, é repreendida, reflete.
E a pergunta de sempre, viver faz sentido?
São os gestos nem sempre sutis...
É a infindável procura por algo que a mantenha aquecida.
São os desejos da mulher,
Os sonhos da menina.
É o cotidiano agitado,
São as conversas de mesa de bar,
As discussões sobre amigos e amores.
Sobe, desce, caminha, pára.
Beija, abraça, grita, chora... e chora...
E depois sorri um sorriso confortante.
Planta,colhe... Semeia saberes ,duvidas, dívidas...
Bate, apanha, socorre, e chora.
Repreende, é repreendida, reflete.
E a pergunta de sempre, viver faz sentido?
sábado, 6 de março de 2010
Não tente me dar regras pra viver,
Não tente me entender...
Não tente regular meu pensamento, minha vida, o que tenho
Não me venha com horários, planilhas...
Eu não sei andar em linha reta,
Eu não tenho limites
Eu só sei andar no meio fio!
Eu sou isso ai, essa metamorfose
Às vezes quietude, calmaria
Às vezes avassaladora loucura
Numa Tsuname que eu não sei onde vai terminar e se vai terminar
Eu não quero que o fim justifique os meios...
Eu quero os meios, o alternativo e o intermediario...
Nem sim , nem não...
Eu quero muito mais dessa aventura insana chamada vida...
Pra que cama? Pra que teto?
Eu quero ver as estrelas, sentir o vento na cara, olhar a lua
Bagunçar o cabelo e sair do bar de pés no chão.
Não quero falar sério
Tudo que eu gosto faz mal ou engorda ou é fora da lei,
Pra que porta? Pular a janela é muito mais emocionante
Eu quero muito mais de tudo isso... Porque eu sou paixão!
Não tente me entender...
Não tente regular meu pensamento, minha vida, o que tenho
Não me venha com horários, planilhas...
Eu não sei andar em linha reta,
Eu não tenho limites
Eu só sei andar no meio fio!
Eu sou isso ai, essa metamorfose
Às vezes quietude, calmaria
Às vezes avassaladora loucura
Numa Tsuname que eu não sei onde vai terminar e se vai terminar
Eu não quero que o fim justifique os meios...
Eu quero os meios, o alternativo e o intermediario...
Nem sim , nem não...
Eu quero muito mais dessa aventura insana chamada vida...
Pra que cama? Pra que teto?
Eu quero ver as estrelas, sentir o vento na cara, olhar a lua
Bagunçar o cabelo e sair do bar de pés no chão.
Não quero falar sério
Tudo que eu gosto faz mal ou engorda ou é fora da lei,
Pra que porta? Pular a janela é muito mais emocionante
Eu quero muito mais de tudo isso... Porque eu sou paixão!
quarta-feira, 3 de março de 2010
Brisa
Vendaval...leve brisa,que dissimuladamente tomou grande proporção.
Ventinho leve, quem te deixou ficar tão forte assim?
Vento forte que tira do lugar tudo que já estava solidificado,
morto e enterrado.
Leve brisa, leve a brisa, leva a brisa até os lábios dele,
bagunça-lhe o cabelo, diz que eu estou aqui.
Leve brisa, traga aqui a brisa com o cheiro dele,
Traga o calor, o abraço, traga o gosto do beijo...
Vendaval, redemoinho se acalme, me acalme, e não me atormente mais.
Ventinho leve, quem te deixou ficar tão forte assim?
Vento forte que tira do lugar tudo que já estava solidificado,
morto e enterrado.
Leve brisa, leve a brisa, leva a brisa até os lábios dele,
bagunça-lhe o cabelo, diz que eu estou aqui.
Leve brisa, traga aqui a brisa com o cheiro dele,
Traga o calor, o abraço, traga o gosto do beijo...
Vendaval, redemoinho se acalme, me acalme, e não me atormente mais.
sexta-feira, 19 de fevereiro de 2010
É ISSO AI...
Eu poderia ficar aqui dias e dias,
Tentando descrever, explicar, dissertar.
Eu poderia usar versos cheios de palavras doces,
Poderia tentar descrever qual é a sensação de estar perto de ti.
De como é bom estar dentro do seu abraço.
Poderia tentar explicar, que não é só o beijo,
Que o que encanta mesmo é a junção de tudo:
É o carinho, o toque, são as palavras.
Eu bem que poderia, mas não posso,
Não posso, pois não consigo explicar o que é isso,
Sinto-me especial, sinto que mesmo quando eu fecho meus olhos,
Mesmo quando não estamos perto, mesmo quando a distancia é grande,
É como se estivéssemos do lado um do outro,
Não à frente, não atrás, mas do lado.
Só sei que é bom muito bom estar do seu lado,
Não sei, só sei que É ISSO AI.
Tentando descrever, explicar, dissertar.
Eu poderia usar versos cheios de palavras doces,
Poderia tentar descrever qual é a sensação de estar perto de ti.
De como é bom estar dentro do seu abraço.
Poderia tentar explicar, que não é só o beijo,
Que o que encanta mesmo é a junção de tudo:
É o carinho, o toque, são as palavras.
Eu bem que poderia, mas não posso,
Não posso, pois não consigo explicar o que é isso,
Sinto-me especial, sinto que mesmo quando eu fecho meus olhos,
Mesmo quando não estamos perto, mesmo quando a distancia é grande,
É como se estivéssemos do lado um do outro,
Não à frente, não atrás, mas do lado.
Só sei que é bom muito bom estar do seu lado,
Não sei, só sei que É ISSO AI.
quarta-feira, 10 de fevereiro de 2010
Esperança
Tenho que te contar...
ando me sentindo só!
Mas não é assim uma solidão qualquer,
não uma solidão de não ter ninguém por perto.
É uma solidão assim quietinha,
uma solidão por si sozinha,
É uma solidão que não se explica,
e que não me explica o porquê de ser tão só.
É uma solidão de pés gelados,
de cama vazia,
de falta de afago, de abraço apertado (o teu)
É uma solidão que eu espero que passe logo,
espero mesmo que assim como você,
assim de uma hora pra outra
pegue sua malinha, e os pertences que por aqui deixou
e vá embora...
diferentemente da SOLIDÃO...você...
Ah... Você eu espero que volte!
(Cynthia de Almeida)
QUINTA-FEIRA, 22 DE OUTUBRO DE 2009
ando me sentindo só!
Mas não é assim uma solidão qualquer,
não uma solidão de não ter ninguém por perto.
É uma solidão assim quietinha,
uma solidão por si sozinha,
É uma solidão que não se explica,
e que não me explica o porquê de ser tão só.
É uma solidão de pés gelados,
de cama vazia,
de falta de afago, de abraço apertado (o teu)
É uma solidão que eu espero que passe logo,
espero mesmo que assim como você,
assim de uma hora pra outra
pegue sua malinha, e os pertences que por aqui deixou
e vá embora...
diferentemente da SOLIDÃO...você...
Ah... Você eu espero que volte!
(Cynthia de Almeida)
QUINTA-FEIRA, 22 DE OUTUBRO DE 2009
Saudade...
Saudade
sau. da.de
sf. (lat. solitate) 1 Recordação nostálgica e suave de pessoas ou coisas distantes, ou de coisas passadas. 2 Nostalgia.
SIM.. EU SINTO!
sau. da.de
sf. (lat. solitate) 1 Recordação nostálgica e suave de pessoas ou coisas distantes, ou de coisas passadas. 2 Nostalgia.
SIM.. EU SINTO!
Amor
Seus olhos...
ah seus olhos, mar negro de calmaria...
seus olhos são janelas
por onde posso observar tudo.
São seus olhos que me mostram
o que eu quero ver sempre.
Sua boca...
ah sua boca, redemoinho quente...
sedução!
Boca, pele, corpo... MÃO...
Encaixe perfeito,
Boca, mãos, olhos, CORAÇÃO!
ah seus olhos, mar negro de calmaria...
seus olhos são janelas
por onde posso observar tudo.
São seus olhos que me mostram
o que eu quero ver sempre.
Sua boca...
ah sua boca, redemoinho quente...
sedução!
Boca, pele, corpo... MÃO...
Encaixe perfeito,
Boca, mãos, olhos, CORAÇÃO!
segunda-feira, 8 de fevereiro de 2010
E quando eu perguntei a Deus:
Por que comigo? Por que outra vez?
Ele me respondeu...
mandou um anjo com a resposta.
O anjo viu, ouviu, sentiu.
Ele viu o brilho nos olhos,
Ouviu a voz embargada, o sentimento brotando pela pele.
Viu não só a tristeza, ou amargura,
viu a menina doce, as palavras verdadeiras,
viu o coração através do olhar.
Era um anjo triste, que deixou um pouco de si, e levou um pouco de mim.
E se foi um pouco mais alegre, assim eu espero.
Obrigada Deus!
Por que comigo? Por que outra vez?
Ele me respondeu...
mandou um anjo com a resposta.
O anjo viu, ouviu, sentiu.
Ele viu o brilho nos olhos,
Ouviu a voz embargada, o sentimento brotando pela pele.
Viu não só a tristeza, ou amargura,
viu a menina doce, as palavras verdadeiras,
viu o coração através do olhar.
Era um anjo triste, que deixou um pouco de si, e levou um pouco de mim.
E se foi um pouco mais alegre, assim eu espero.
Obrigada Deus!
terça-feira, 2 de fevereiro de 2010
Então a onda bateu, e bateu forte...
tão forte que levou tudo pro mar,
levou lá meus sonhos, meu amor,
levou a felicidade,
o brilho dos olhos,
os bons pensamentos.
Levou teus olhos amendoados
o calor do teu corpo...
Sentada na beira do mar
eu fico a esperar
que a onda volte
pra levar a saudade que ficou...
Lavar a alma, pra começar tudo de novo!
tão forte que levou tudo pro mar,
levou lá meus sonhos, meu amor,
levou a felicidade,
o brilho dos olhos,
os bons pensamentos.
Levou teus olhos amendoados
o calor do teu corpo...
Sentada na beira do mar
eu fico a esperar
que a onda volte
pra levar a saudade que ficou...
Lavar a alma, pra começar tudo de novo!
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