quinta-feira, 29 de abril de 2010

Ouve AGORA, o poema que eu fiz
na tentativa vã
de simplesmente te esquecer.
Escuta AGORA meu grito
em meio ao teu silêncio.
Vê AGORA, minhas lágrimas
que correm fartas pelo rosto.
Abraça AGORA este corpo
que já foi seu...
Beija-me então AGORA pela última vez
para que eu leve comigo
para onde quer
que o vento me carregue
A doçura indizível do teu beijo
e o calor do teu corpo...
Ouve AGORA! Peço-te.... Este poema
E me liberta desta prisão
na qual estou presa,
Por minha própria vontade
AGORA, agonia da hora.

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